A letra Y, quando pronunciada em inglês resulta na pergunta "why?".
A letra Y, quando coloca ao lado da X no código genético, resulta no gênero/sexo masculino da raça humana.
E deve existir mais coisa entre esses simples traços, mas escrevo, novamente, por causa da dor, que eu, uma pobre universitária com uma vida "fácil" e "sem preocupações reais" sente.
Essa dor, que cito acima, está voltada por causa de meu pobre e incapaz (de pensar direito), cérebro, que por acaso se "enganou" e deixou-se "apaixonar", ou melhor, ludibriar-se pela fabulosa sensação que ocorre durante a liberação de dopamina, ocitocina, adrenalina e vasopressina (estudos com animais revelam que essa substância causa comportamento agressivo e territorial), por um homem.
O grande problema da minha vida cheia de problemas (drama) é, por que diabos preciso deste homem para viver? A grande solução é: não preciso. Aí entra uma questão básica e conhecida por todas as meninas que já se apaixonaram: então por que eu quero ele? Simples, a separação que ocorre entre parceiros sexuais libera o cortisol, o hormônio do stress em humanos, e os pobres animais monogâmicos (como eu), que "coabitam e fingem que se reproduzem", têm níveis aumentados de ocitocina, vasopressina e dopamina, ou seja, são apaixonados!
Agora só me resta continuar estressada até conseguir ver ele, que impedirá a liberação da corticosterona e eu serei feliz e sorridente de novo, ou então fico sofrendo até meu cérebro perceber que não vou encontrar meu parceiro coabitante e reprodutor e colocar meus hormônios em seus devidos lugares (até aparecer um indivíduo nos padrões baseados na experiência pessoal de cada um: tipos físicos reforçados como positivos pelos pais, amigos, meios de comunicação e relações anteriores ou imaginárias, no meu caso), onde a bendita história da paixão vai se repetir.

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