não é só de acordar de manhã, chamar por alguém e não ter ninguém que venha me beijar e me dar um abraço, vem minha avó às vezes, e fala: "que foi ju?", vem minha tia e fala: "o que que é?" e incluiu o sermão do diam incluindo porquês de eu estar na internet até altas horas da madrugada.
mas o que mas me deixa sem chão mesmo, é o fato de eu tentar contar minhas vontades, desejos, sonhos e aspirações de vida e elas não acreditaram nem um pouco em mim, não entenderem o que as coisas que eu idealizo representam para mim.
tudo o que eu falo é muto "imaginitativo" na mente de adulstos chatos delas.
elas não me apoiam e nem querem saber quando eu falo em: banda, viagens, instrumentos. sempre reclamam de algo e sempre lembram de alguém que tentou e falhou.
e onde estão os heróis na cabeça delas?
elas acreditam em deus e não acreditam em humanos, é isso? não acreditam na capacidade de se conquistar o terreno planejado?
isso me entristece mais do que qualquer coisa.
se minha mãe estivesse aqui, eu a chamaria e ela viria correndo, abriria a janela, me abraçaria, me encheria de beijinhos, traria um chocolate [que ela era mágica, sempre tinha chocolate escondido], e falaria: "sou a fã número um da sua banda! quando vai ser o primeiro show?"
não importa o que eu falasse, o quão impossível e estúpido fosse... ela acreditaria em mim e me empurraria para o caminho que eu precisasse seguir. e é por isso que eu ter ela como um "anjo da guarda" em minha mente, sempre que surgir alguém que não acredite em mim, eu vou lembrar de como ela agiria, e sempre que surgir uma dificuldade eu vou pensar nela me abraçando e falando: "se você tentar e não conseguir, é só tentar de novo!"
foi por você que eu comecei tanta coisa na vida.
foi você quem foi comigo em todos os lugares importantes, parece que só me dar à vida de presente não era suficiente, você queria me dar o mundo mamãe.
do que eu sinto falta
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