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Sentada em alguma cadeira perdida na rodoviária da Barra Funda (que pelo jeito não existe), depois de ficar mais ou menos uma hora perambulando de carro com seu amigo loiro, lá está ela sozinha outra vez. Parece que é sempre assim no fim do dia, sempre sozinha.
Nessas horas que gostaria muito de ter alguém para conversar e rir à toa das desventuras da vida, mas é sempre nessas horas que aparecem velhos chatos, metidos e paqueradores na sua vida. Talvez isso lhe faça rir um pouco. Mas agora não tem muita coisa que importa depois de um lanche árabe ,um hot dog e para finalizar um achocolatado (só para dar sono).

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